28 de outubro de 2008
Testes de Segurança de Software (Tech-Ed 2008)
27 de outubro de 2008
Uma captcha diferente
Agora eu achei essa solução interessante, letras grandes e qualquer pessoa consegue facilmente "resolver", ainda temos o problema de acessibilidade com deficientes visuais que utilizam softwares para leitura, mas é mais interessante que as tradicionais. A solução chama-se grapcha e se baseia na biblioteca Graphviz. Você tem que começar a ler o desafio de start a stop. Dê uma olhada no gráfico gerado pela palavra Wagner.

26 de outubro de 2008
Clickjacking
Basicamente a vulnerabilidade possibilita que alguém mal intencionado inclua um botão falso, que leva o usuário a clicar em um link que ele acha ser confiável, mas está sendo manipulado. Eles disponibilizaram um vídeo onde é possível visualizar o PoC. Prestem atenção no ponteiro do mouse!
Clickjacking Camjack Demonstration from Jeremiah Grossman on Vimeo.
24 de outubro de 2008
Wordpress é exemplo
O motivo da versão 2.6.3 do wordpress foi uma falha crítica no snoopy, biblioteca que o wordpress utiliza para mostrar as últimas referências no dashboard. Detalhe, a versão do wordpress foi lançada poucas horas após a publicação da falha no snoopy.
Projetos open source, aprendam com o wordpress! Think Security First!
22 de outubro de 2008
Palestra - Segurança em Desenvolvimento de Software
Um pouco sobre o ratproxy
O cygwin
Eu uso no meu dia a dia uma máquina com sistema operacional windows, apesar de ter uma distro linux (andlinux) também rodando na máquina. Mas quem não está disposto a fazer grandes alterações eu recomendo o cygwin. Com ele eu tenho as principais ferramentas do linux direto no prompt do windows.
Vamos usar os recursos do cygwin para usar o ratproxy. A instalação é bem simples, apenas tenha certeza de instalar os pacotes necessários. Para compilar e usar o ratproxy é necessário os seguintes pacotes:
1 - make (localizado na biblioteca Devel)
2 - gcc-core (localizado na biblioteca Devel)
3 - openssl-dev (localizado na biblioteca Devel)
4 - openssl - The Open SSL runtime enviroment (localizado na biblioteca Libs)
Estes pacotes são suficientes para compilar e executar o ratproxy. Além destes pacotes é necessário baixar e substituir o flare que vem com o ratproxy por este compilado pra windows. O flare é uma solução usada pelo ratproxy para análise de arquivos swf (flash). Basicamente ele transforma o swf em um arquivo texto que pode ser analisado pelo ratproxy.
Compilando o ratproxy
Feito as instalações dos pacotes necessários vamos alterar o arquivo makefile e compilar o ratproxy. O makefile é apenas um arquivo que contém todos os critérios para que a compilação seja simplificada, basta rodar um make no diretório.
O makefile ficará com as seguintes configurações:
PROGNAME = ratproxy
CFLAGS = -Wall -O3 -D_GNU_SOURCE
LDFLAGS = -lcrypto -lssl
Agora para compilar apenas navegue até o diretório onde o fonte do ratproxy se encontra e dê o seguinte comando: make
Com isso "automagicamente" irá aparecer um arquivo ratproxy.exe no diretório. Agora é só utilizar.
Utilizando o ratproxy
syntax de comando:
Usage: ratproxy [ -w logfile ] [ -v logdir ] [ -p port ] [ -d domain ] [ -P host:port ] [ -xtifkgmjscael2XCr ]
-w logfile - write results to a specified file (default: stdout)
-v logdir - write HTTP traces to a specified directory (default: none)
-p port - listen on a custom TCP port (default: 8080)
-d domain - analyze requests to specified domains only (default: all)
-P host:port - use upstream proxy for all requests (format host:port)
-r - accept remote connections (default: 127.0.0.1 only)
-l - use response length, not checksum, for identity check
-2 - perform two, not one, page identity check
-e - perform pedantic caching headers checks
-x - log all XSS candidates
-t - log all directory traversal candidates
-i - log all PNG files served inline
-f - log all Flash applications for analysis (add -v to decompile)
-s - log all POST requests for analysis
-c - log all cookie setting URLs for analysis
-g - perform XSRF token checks on all GET requests
-j - report on risky Javascript constructions
-m - log all active content referenced across domains
-X - disruptively validate XSRF, XSS protections
-C - try to auto-correct persistent side effects of -X
-k - flag HTTP requests as bad (for HTTPS-only applications)
-a - indiscriminately report all visited URLs
Rodando o proxy:
O ratproxy funciona como um proxy, assim enquanto você navegua na aplicação ele vai fazendo a análise das requisições.
Para iniciar o ratproxy digite uma das 3 opções sugeridas no prompt de comando. Váriações podem ser usadas de acordo com a syntax
1) Low verbosity
-v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -lfscm
2) High verbosity
-v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -lextifscgjm
3) Active testing
-v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -XClfscm
Configurando o browser e utilizando a ferramenta
O ratproxy usa a porta 8080 como default. Então configure o browser para usar um proxy no localhost porta 8080.
Agora vá até o browser e navegue por todas as páginas que você deseja analisar. Enquanto você navega o ratproxy está analisando e armazenando no arquivo de log definido na opção anterior.
Analisando os resultados
Após a navegação feche o prompt que iniciou o ratproxy. O log de análise está no diretório determinado no comando de execução.
Para gerar um relatório mais amigável o google disponibilizou um script para gerar um relatório em html.
No prompt de comando execute o seguinte comando: sh ratproxy-report.sh ratproxy.log > report.html
Pronto, você já tem uma boa ferramenta de análise de aplicações web a sua disposição!
17 de outubro de 2008
You Shot The Sheriff 2.0
A Conviso será uns dos patrocinadores do evento e conta com a presença de vocês. Mais informações no site do evento.
7 de outubro de 2008
O Processo de SDL da Microsoft e aplicações WEB
Sim, a Microsoft também trata a segurança de aplicações WEB no seu SDL! Este artigo trás alguns detalhes sobre.
6 de outubro de 2008
OWASP e eventos
No dia 21 de Outubro as 21hrs. eu estarei dando uma palestra sobre segurança em desenvolvimento de software na UNIFRAN (Universidade de Franca). Já em Novembro, eu, Eduardo Neves e Leonardo Cavallari vamos para o OWASP EU Summit 2008 em Portugal. Além de nós que vamos como líderes de projetos e participando da organização, o meu amigo Lucas Ferreira vai apresentar um curso de técnicas de segurança em desenvolvimento de sistemas java. O treinamento é uma versão enxuta do treinamento que o Lucas vai ministrar junto com a Conviso em São Paulo e Brasília.
3 de outubro de 2008
Técnicas de Segurança no Desenvolvimento de Sistemas em Java
A Conviso IT Security oferece o curso:
Técnicas de Segurança no Desenvolvimento de Sistemas em Java
São Paulo: 10 e 11 de novembro
Brasília: 13 e 14 de novembro
Instrutor: Lucas de Carvalho Ferreira
Profissional com mais de 10 anos de experiência em segurança da informação, tendo atuado em grandes instituições públicas e privadas. Possui ampla formação acadêmica, com mestrado em Segurança da Informação pela Universidade de Campinas (Unicamp) e artigos publicados no Brasil e no exterior.
Mais informações no site da Conviso web site
2 de outubro de 2008
Palestra no tech-ed 2008
Outras palestras de segurança
- Introdução ao Microsoft Forefront Code Name "Stirling" - Nível 300
- TMG (Threat Management Gateway), o próximo Firewall Microsoft: Visão Técnica - Nível 300
- Como fazer revisão e testes de código para identificar problemas (bugs) de segurança - Nível 300
- Introdução ao Forefront Client Security 2.0 - Nível 300
- O que é o IAG 2007 e Como Ele Protege Meu Ambiente - Nível 300
- Windows Server 2008 - Por que é Realmente Seguro (Análise Técnica) - Nível 200
- Defesa em Profundidade ? O NAP (Network Access Protection) Pode Ajudar ! - Nível 300
- [Sessão de Almoço] Implementação de Extranets Seguras com o Microsoft Forefront Security for Sharepoint - Nível 300
- 10 Passos para Manter-se Protegido ou.... Seja D0min@d0! - Nível 200
- Privacidade: Onde, Como e Por quê! - Nível 300
- Estamos no Século 21: É Hora de Jogar Fora seus Gateways Medievais! - Nível 300
Sobre o tech-ed 2008
Tech-ed é uma conferência organizada pela Microsoft, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre tecnologia e os produtos da Microsoft entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. Umas das principais atrações é a presença de Steve Balmer, o site do evento pode ser acessado em http://www.teched.com.br.
30 de setembro de 2008
Nova onda de browsers e as máquinas virtuais
Os interpretadores mudaram muito e dentre as principais mudanças está a transformação de javascript direto para linguagem de máquina. Este post do Rodrigo Kumpera mostra uma outra característica, agora os interpretadores são baseados em registradores e não em pilha como as máquinas virtuais tradicionais.
Segundo o post, apesar do interpretador exigir um espaço maior em memória, ele leva vantagem sobre as máquinas virtuais baseadas em pilha. O post é bastante interessante, recomendo a leitura.
11 de setembro de 2008
Gerador de números aleatórios
A questão é, quantos projetos em php usam estas funções no processo de gerar senhas, cookies, passphrase, entre outras caracteristicas de segurança? Muitos! O bom exemplo veio mais uma vez do wordpress.
Ele acaba de lançar a versão 2.6.2 que substitui a utilização do m_rand por uma função desenvolvida por eles. Confira o trac!
Eles não só tratam essa questão como outra também descrita pelo Stefan (MySQL and SQL Columm Truncation). No trac você pode ver as alterações e o motivador (um exploit divulgado no milw0rm).
28 de agosto de 2008
Palestra na H2HC
Sobre o H2HC 2008
Hackers To Hackers Conference (H2HC) é uma conferência organizada por pessoas que trabalham ou que estão diretamente envolvidas com pesquisas e desenvolvimento na área de segurança da informação, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre segurança da informação entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. O site do evento pode ser acessado em http://www.h2hc.org.br.
26 de agosto de 2008
Segurança em JAVA
Os seguintes tópicos são abordados:
- Validar os dados de entrada
- Proteger a aplicação web contra cross site scripting
- Evitar "command injection"
- Tratar corretamente todos os erros da aplicação
- Validar a origem das requisições
- Usar objetos imutáveis
- Limitar o acesso às variáveis, classes e métodos
- Tornar todos os métodos e classes “final”
- Não usar o escopo de pacote para proteger a classe contra acessos indesejados
- Impedir a clonagem dos objetos
- Usar classes não serializáveis
- Usar classes não desserializáveis
- Não armazenar informações confidenciais no código do programa
- Não comparar classes por nome
- Não usar classes internas (“inner class”)
- Usar os mecanismos de autenticação dos contêineres J2EE
- Usar sockets com criptografia SSL
- Proteger os arquivos criados
- Especificar o diretório onde serão criados os arquivos temporários
- Verificar condições de “overflow”, “underflow” e conversões de tipos numéricos
- Declarar as variáveis estáticas públicas como “final”
- Não armazenar vetores recebidos como parâmetros
- Apagar dados críticos da memória
- Controle de acesso em aplicações web
- Usar os mecanismos de tratamento de exceções
- Verificar métodos nativos (“native methods”)
- Validar unboxing para tipos primitivos
25 de agosto de 2008
Modelagem de Ameaças e Star Wars
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Fonte: Dana Epp's
The Developer Highway Code
"To build software that meets your security objectives, you must integrate security activities into your software development lifecycle. This handbook captures and summarises the key security engineering activities that should be an integral part of your software development processes.
These security engineering activities have been developed by Microsoft patterns & practices to build on, refine and extend core lifecycle activities with a set of security-specific activities. These include identifying security objectives, applying design guidelines for security, threat modelling, security architecture and design reviews, security code reviews and security deployment reviews."
21 de agosto de 2008
Database Proxy como ferramenta para segurança de aplicações
Mas e as aplicações que dependem de um database como MySQL? Solução simples, sem custos de licença (com algumas exceções) e que suporta muito bem inúmeras soluções web.
A comunidade ficou assustada quando foi anunciada a compra da empresa que o desenvolvia pela SUN. Logo as coisas começaram a melhorar na minha opinião, o fonte foi disponibilizado via repositório, antes não era. E recentemente alguns desenvolvedores ao ver que a estratégia da SUN é desenvolver uma solução mais robusta logo fizeram um fork do projeto e criaram o Drizzle.
Soluções para databases como o MySQL não são comuns. Uma grata surpresa pra mim foi o trabalho de Stefan Esser, ele desenvolveu um script em Lua que transforma o MySQL-Proxy em uma ferramenta de detecção de SQL Injection baseada em heurística.
O MySQL-Proxy é um proxy de banco de dados para ser usado com o MySQL. Funcionando como um proxy ela possibilita que seja feito não só um monitoramento mas tratamento e manipulação de requisições ao database.
A parte interessante deste proxy e que foi usado pelo Stefan Esser é a engine de scripts. A engine possibilita que você desenvolva scripts em Lua para interagir com as requisições que são feitas ao database.

18 de agosto de 2008
IP (Internet Protocol) Security Assessment
Além deste guide outros paper/guides podem ser acessado aqui.
16 de agosto de 2008
Falha em DNS ilustrada

Excelente material, esse guia se junta a outro material excelente sobre IPsec.
