1 de março de 2007

Metasploit and OSSTMM video

Estão disponíveis no site do FOSDEM - Free and Open Source Software Development dois vídeos fantásticos.

Simplesmente duas apresentações sobre duas ferramentas essenciais em pentest, metasploit e a metodologia OSSTM (Open Source Security Testing Methodology Manual). E não é uma simples apresentação, são duas apresentações de duas horas tendo como apresentador os pais das crianças H. D. Moore e Pete Herzog respectivamente. Imperdível!
Metasploit
OSSTMM
FOSDEM

Metasploit and OSSTMM video

Estão disponíveis no site do FOSDEM - Free and Open Source Software Development dois vídeos fantásticos.

Simplesmente duas apresentações sobre duas ferramentas essenciais em pentest, metasploit e a metodologia OSSTM (Open Source Security Testing Methodology Manual). E não é uma simples apresentação, são duas apresentações de duas horas tendo como apresentador os pais das crianças H. D. Moore e Pete Herzog respectivamente. Imperdível!
Metasploit
OSSTMM
FOSDEM

28 de fevereiro de 2007

[blog] Dica de conteúdo

Hoje eu recebi um e-mail do meu amigo Cristiano Lincoln informando a URL do seu blog Life Without Knowledge Death in Disguise. Não deixe de acompanhar mais um blog com conteúdo de qualidade.

[blog] Dica de conteúdo

Hoje eu recebi um e-mail do meu amigo Cristiano Lincoln informando a URL do seu blog Life Without Knowledge Death in Disguise. Não deixe de acompanhar mais um blog com conteúdo de qualidade.

25 de fevereiro de 2007

Infectando Linux com vírus para Windows

O blog Doses Diárias publicou um post sobre a possibilidade de infectar ambientes Linux com vírus originalmente desenvolvidos para ambiente windows.

Para que isso seja possível é necessário estar trabalhando com o Wine, pacote que traduz requisições de funções (windows API) do windows para ambiente Linux. Isso possibilita rodar aplicações originalmente desenvolvidas para ambiente Windows em Linux.

Segundo as experiências a grande maioria dos vírus infectou parcialmente o ambiente Linux, mas, somado a um problema muito comum, o excesso de privilégios, a infecção pode ser generalizada.

Alguns posts saíram em defesa do ambiente Linux, considerando que excessos de privilégios não são práticas recomendadas. Bom, que não é recomendada todos nós sabemos, agora quantas pessoas tomam esses cuidados? E com pacotes para Linux cada vez mais NNF (Next, Next e Finish) a tendência é aumentar muito as configurações equivocadas.

Outros informam que um único vírus “rodou” no teste do newsforge e que vírus utilizam APIs não documentadas e funcionalidades bizarras do windows. Os testes realizados no newsforge foram realizados em 2005, os meios de infecção e códigos maliciosos mudaram um pouco não?

Algumas coisas eu ainda preciso avaliar melhor para fazer qualquer comentário. Qualquer aplicação rodando no Wine e com acesso a Web pode ser um vetor de ataque? Soluções de virtualização também estão expostas a problemas semelhantes?

Post no Doses Diárias
Post no NewsForge
Site do Wine
Wine por Wikipedia
Windows API por Wikipedia

Infectando Linux com vírus para Windows

O blog Doses Diárias publicou um post sobre a possibilidade de infectar ambientes Linux com vírus originalmente desenvolvidos para ambiente windows.

Para que isso seja possível é necessário estar trabalhando com o Wine, pacote que traduz requisições de funções (windows API) do windows para ambiente Linux. Isso possibilita rodar aplicações originalmente desenvolvidas para ambiente Windows em Linux.


Segundo as experiências a grande maioria dos vírus infectou parcialmente o ambiente Linux, mas, somado a um problema muito comum, o excesso de privilégios, a infecção pode ser generalizada.Alguns posts saíram em defesa do ambiente Linux, considerando que excessos de privilégios não são práticas recomendadas. Bom, que não é recomendada todos nós sabemos, agora quantas pessoas tomam esses cuidados? E com pacotes para Linux cada vez mais NNF (Next, Next e Finish) a tendência é aumentar muito as configurações equivocadas.Outros informam que um único vírus “rodou” no teste do newsforge e que vírus utilizam APIs não documentadas e funcionalidades bizarras do windows. Os testes realizados no newsforge foram realizados em 2005, os meios de infecção e códigos maliciosos mudaram um pouco não? Algumas coisas eu ainda preciso avaliar melhor para fazer qualquer comentário. Qualquer aplicação rodando no Wine e com acesso a Web pode ser um vetor de ataque? Soluções de virtualização também estão expostas a problemas semelhantes?
Post no Doses Diárias
Post no NewsForge
Site do Wine
Wine por Wikipedia
Windows API por Wikipedia

15 de fevereiro de 2007

BCP FAQ

Por que um FAQ sobre BCP em um blog? Porque durante o longo período que venho estudando, executando projetos e aprendendo com grandes profissionais que tive a oportunidade de trabalhar, sempre ouvi muita bobagem e todo tipo de informação que não colabora em nada com a cultura de continuidade de negócios.

Venho colecionando essas “perolas” há um bom tempo, agora decidi escrever um FAQ para facilitar um pouco a vida de quem ainda não teve a oportunidade de se envolver e estudar a fundo a disciplina de BCP.

1 – Não temos a cultura de BCP porque o índice de desastres naturais em nosso país é muito pequeno?

Muitos países possuem um índice de desastres naturais maiores que o nosso, mas, pode acreditar a nossa falta de cultura em BCP é baixa por falta de estudo e desenvolvimento, pois, se não possuímos desastres naturais, temos uma série de eventos que poderiam ser atendidos por um BCP. Afinal, Deus nasceu em Belém, mas, não é brasileiro!

2 – Ontem faltou energia durante 15 minutos e muitas áreas ficaram sem trabalhar e nosso site institucional ficou indisponível! Por que não acionamos o plano?

Aqui podemos ter duas situações, você possui processos críticos que em 15 minutos causaram impactos altíssimos ao seu negócio e o seu site é fundamental para o seu negócio, ai realmente se não ativaram foi por incompetência. Agora se você não possui processos com RTO menores ou iguais há quinze minutos e o seu site não é crítico, o plano não deveria ser acionado. Mas, eu gastei uma bala com o desenvolvimento do plano e ele não é capaz de suprir minhas necessidades a qualquer momento? Um plano é desenvolvido para atuar em situações abruptas onde a indisponibilidade de processos críticos podem causar sérios problemas à empresa. Incidentes comuns devem ser tratados pela operação normal da empresa. Aqui pode ser interessante implementar os processos de gestão de incidentes, gestão de problemas e a função de service desk para atuar integrado com o plano, se extrapolar a ação deles o plano pode ser acionado.

3 – Quem acionará o botão vermelho?

Calma, você desenvolveu um plano de continuidade de negócios, você ainda não tem um telefone vermelho sobre sua mesa e nem é a pessoa mais importante do mundo. Ninguém deve ser responsável sozinho por ativar um plano, o que irá determinar o acionamento do plano é uma matriz de níveis de crises clara que orienta a ativação do plano. Com base na matriz uma equipe previamente definida, comumente chamada de Crises Management Team, é responsável por avaliar os fatos e ativar o plano. Claro, o nome da equipe é o que menos importa, importante é que a decisão seja tomada por pessoas com visão ampla do negócio e de comum acordo com os controladores do negócio.

4 – Por que você não trás um “book” com um plano de continuidade para eu ver?

Você anda com o seu processo de contas a pagar debaixo dos braços? Apesar de existir documentos como resumptiom plan, onde etapas, atividades de recuperação de desastres são documentadas, o plano de continuidade adequado é o que é elaborado e implementado como um processo de negócios e sofre constante atualização e controle, possibilitando o amadurecimento e adequação do processo a necessidade do negócio.

5 – Gastamos uma bala com consultoria durante um ano e você não quer fazer um teste funcional do meu plano?

Um teste funcional só deve ser realizado após um amadurecimento do processo, somente se testes inferiores já foram executados, identificação de eventuais desvios e correções já foram feitas nos procedimentos de recuperação. Antes de um teste funcional você deve realizar testes como walkthrough, tableTop e testes parciais de cada procedimento, ação.

6 – A maioria dos meus processos não depende de tecnologia, como você vai fazer um BCP?

BCP é Business Continuity Plan ou Technology Continuity Plan? O plano deve atuar em situações que ofereçam risco ao negócio ou pessoas, sendo ele tecnológico ou não. Ah! Para os processos de negócio que não dependem de recursos de tecnologia você pode utilizar procedimentos de continuidade operacional.

7 – DRP é maior que um BCP?

Não. Disaster Recovery Plan é apenas uma pequena parte de um processo completo de continuidade de negócios.

8 – Por que você quer fazer primeiro a análise de riscos, o ideal não é primeiro fazer a BIA?

O ideal é realizar uma análise de riscos identificando todos os issues e com base nessas informações realizar uma análise de impactos no negócio. Em algumas situações realizamos a BIA para identificar os processos críticos e viabilizar a elaboração de um plano de continuidade de negócios.

9 – Por que você passa um ano fazendo todo tipo de entrevista e estudo para desenvolver um site alternativo? Não é muito mais fácil replicar os servidores principais?

Replicar ativos é contingência e não continuidade de negócios. É necessário avaliar o negócio a relação entre os processos, ativos que suportam os processos, riscos associados a esses ativos e caso seja necessário investir em redundância ou outras soluções para recuperação em um tempo inferior ao RTO do processo.

10 – O que tem haver SMS com o plano?

As áreas de SMS (Segurança, Saúde e Meio Ambiente) estão completamente ligadas a continuidade de negócios, essas áreas geralmente possuem procedimentos e recursos que devem ser levados em consideração e utilizados na gestão de crises.

11 – Você não tem uma ferramenta, como vai desenvolver o plano?

Bom, essa não é das piores, pior é ouvir que é necessário uma ferramenta para elaborar uma política de segurança. Uma ferramenta não impede em nada a implementação de um plano de continuidade de negócios. Ferramenta pode lhe auxiliar na gestão do plano, em cálculos de análise de riscos. Mas, que fique claro que não é mandatório.

12 – Qual é a melhor metodologia DRII, BCI?

Essa costumo ser curto e grosso. Nenhuma das duas são metodologia e sim áreas de conhecimento, como as de gerenciamento de projetos desenvolvidas pelo PMI.

Por enquanto é só, mas, tenho certeza que esse FAQ pode crescer muito.

BCP FAQ

Por que um FAQ sobre BCP em um blog? Porque durante o longo período que venho estudando, executando projetos e aprendendo com grandes profissionais que tive a oportunidade de trabalhar, sempre ouvi muita bobagem e todo tipo de informação que não colabora em nada com a cultura de continuidade de negócios.


Venho colecionando essas “perolas” há um bom tempo, agora decidi escrever um FAQ para facilitar um pouco a vida de quem ainda não teve a oportunidade de se envolver e estudar a fundo a disciplina de BCP.


1 – Não temos a cultura de BCP porque o índice de desastres naturais em nosso país é muito pequeno?


Muitos países possuem um índice de desastres naturais maiores que o nosso, mas pode acreditar a nossa falta de cultura em BCP é baixa por falta de estudo e desenvolvimento, pois, se não possuímos desastres naturais, temos uma série de eventos que poderiam ser atendidos por um BCP. Afinal, Deus nasceu em Belém, mas, não é brasileiro!



2 – Ontem faltou energia durante 15 minutos e muitas áreas ficaram sem trabalhar e nosso site institucional ficou indisponível! Por que não acionamos o plano?


Aqui podemos ter duas situações, você possui processos críticos que em 15 minutos causaram impactos altíssimos ao seu negócio e o seu site é fundamental para o seu negócio, ai realmente se não ativaram foi por incompetência. Agora se você não possui processos com RTO menores ou iguais há quinze minutos e o seu site não é crítico, o plano não deveria ser acionado. Mas, eu gastei uma bala com o desenvolvimento do plano e ele não é capaz de suprir minhas necessidades a qualquer momento? Um plano é desenvolvido para atuar em situações abruptas onde a indisponibilidade de processos críticos podem causar sérios problemas à empresa. Incidentes comuns devem ser tratados pela operação normal da empresa. Aqui pode ser interessante implementar os processos de gestão de incidentes, gestão de problemas e a função de service desk para atuar integrado com o plano, se extrapolar a ação deles o plano pode ser acionado.



3 – Quem acionará o botão vermelho?


Calma, você desenvolveu um plano de continuidade de negócios, você ainda não tem um telefone vermelho sobre sua mesa e nem é a pessoa mais importante do mundo. Ninguém deve ser responsável sozinho por ativar um plano, o que irá determinar o acionamento do plano é uma matriz de níveis de crises clara que orienta a ativação do plano. Com base na matriz uma equipe previamente definida, comumente chamada de Crises Management Team, é responsável por avaliar os fatos e ativar o plano. Claro, o nome da equipe é o que menos importa, importante é que a decisão seja tomada por pessoas com visão ampla do negócio e de comum acordo com os controladores do negócio.



4 – Por que você não trás um “book” com um plano de continuidade para eu ver?


Você anda com o seu processo de contas a pagar debaixo dos braços? Apesar de existir documentos como resumptiom plan, onde etapas, atividades de recuperação de desastres são documentadas, o plano de continuidade adequado é o que é elaborado e implementado como um processo de negócios e sofre constante atualização e controle, possibilitando o amadurecimento e adequação do processo a necessidade do negócio.



5 – Gastamos uma bala com consultoria durante um ano e você não quer fazer um teste funcional do meu plano?


Um teste funcional só deve ser realizado após um amadurecimento do processo, somente se testes inferiores já foram executados, identificação de eventuais desvios e correções já foram feitas nos procedimentos de recuperação. Antes de um teste funcional você deve realizar testes como walkthrough, tableTop e testes parciais de cada procedimento, ação.



6 – A maioria dos meus processos não depende de tecnologia, como você vai fazer um BCP?


BCP é Business Continuity Plan ou Technology Continuity Plan? O plano deve atuar em situações que ofereçam risco ao negócio ou pessoas, sendo ele tecnológico ou não. Ah! Para os processos de negócio que não dependem de recursos de tecnologia você pode utilizar procedimentos de continuidade operacional.



7 – DRP é maior que um BCP?


Não. Disaster Recovery Plan é apenas uma pequena parte de um processo completo de continuidade de negócios.



8 – Por que você quer fazer primeiro a análise de riscos, o ideal não é primeiro fazer a BIA?


O ideal é realizar uma análise de riscos identificando todos os issues e com base nessas informações realizar uma análise de impactos no negócio. Em algumas situações realizamos a BIA para identificar os processos críticos e viabilizar a elaboração de um plano de continuidade de negócios.



9 – Por que você passa um ano fazendo todo tipo de entrevista e estudo para desenvolver um site alternativo? Não é muito mais fácil replicar os servidores principais?


Replicar ativos é contingência e não continuidade de negócios. É necessário avaliar o negócio a relação entre os processos, ativos que suportam os processos, riscos associados a esses ativos e caso seja necessário investir em redundância ou outras soluções para recuperação em um tempo inferior ao RTO do processo.



10 – O que tem a ver SMS com o plano?


As áreas de SMS (Segurança, Saúde e Meio Ambiente) estão completamente ligadas a continuidade de negócios, essas áreas geralmente possuem procedimentos e recursos que devem ser levados em consideração e utilizados na gestão de crises.



11 – Você não tem uma ferramenta, como vai desenvolver o plano?


Bom, essa não é das piores, pior é ouvir que é necessário uma ferramenta para elaborar uma política de segurança. Uma ferramenta não impede em nada a implementação de um plano de continuidade de negócios. Ferramenta pode lhe auxiliar na gestão do plano, em cálculos de análise de riscos. Mas, que fique claro que não é mandatório.




12 – Qual é a melhor metodologia DRII, BCI?

Essa costumo ser curto e grosso. Nenhuma das duas são metodologia e sim áreas de conhecimento, como as de gerenciamento de projetos desenvolvidas pelo PMI.

Por enquanto é só, mas, tenho certeza que esse FAQ pode crescer muito.

13 de fevereiro de 2007

Hacking HD DVD and Blu-Ray

Segundo o hacker os padrões foram quebrados apenas monitorando a memória, não foi preciso mais nada.

Será que deixaram a "Processing Key" no lugar errado?

Hackers discover HD DVD and Blu-ray
"processing key" -- all HD titles now exposed

Hacking HD DVD and Blu-Ray

Segundo o hacker os padrões foram quebrados apenas monitorando a memória, não foi preciso mais nada.

Será que deixaram a "Processing Key" no lugar errado?
Hackers discover HD DVD and Blu-ray
"processing key" -- all HD titles now exposed

12 de fevereiro de 2007

BCP and Supply Chain

Recentemente o amigo Augusto Paes de Barros comentou um post meu e orientou aos profissionais sobre a necessidade de abrir os olhos sobre os planos de continuidade de negócios dos datacenters. Queria ter escrito sobre isso antes, mas, só agora isso foi possível. A preocupação do Augusto é adequada e muito trabalhada em outros países como os Estados Unidos, que é o estudo do Supply Chain ou cadeia de valores.

Eu sou fã do Cobit, mesmo acompanhando os absurdos cometidos por gestores despreparados e que se deixam levar pelo buzzword do mercado. E um dos controles que eu acho bastante pertinente e adequado para BCM (Business Continuity Management) é o DS2 – Gerenciar Serviços de Terceiros.

O que diz o DS2 do Cobit 4.0?

DS2.1 Identificação de Todos os Relacionamentos com Fornecedores

  • Identificar todos os fornecedores de serviços e categorizá-los de acordo com o tipo de fornecedor, significância e criticidade;
  • Manter documentação formal dos relacionamentos técnicos e organizacional cobrindo os papéis e responsabilidades, objetivos, entregáveis esperados e credenciais dos representantes destes fornecedores.

DS2.2 Gestão de Relacionamento do Fornecedor

  • Formalizar o processo de gestão de fornecedores para cada fornecedor;
  • Um responsável deverá mediar as questões entre o cliente interno e o fornecedor e garantir a qualidade deste relacionamento baseado na confiança e transparência (isto é, por meio de SLA).

DS2.3 Gestão de Risco do Fornecedor

  • Identificar e mitigar os riscos relacionados à capacidade dos fornecedores continuarem a efetivamente entregar o serviço de forma segura e eficiente;
  • Garantir que os contratos cumpram padrões universais de negócio em acordo com requerimentos legais e regulatórios;
  • Gestão de risco devem considerar acordos de confidencialidade ou NDAs (non-disclosure agreements), contratos de consignação, viabilidade continuada do fornecedor;
  • Cumprimento com requerimentos de segurança, fornecedores alternativos, penalidades e recompensas, etc...

DS2.4 Monitoramento do Desempenho do Fornecedor

  • Estabelecer um processo para monitorar a entrega do serviço para garantir que o fornecedor está atingindo os requerimentos do negócio e está continuamente aderente ao acordo contratual e acordo de nível de serviço e que o desempenho está competitivo com os fornecedores alternativos e condições de marcado.

Esses objetivos de controle tratam perfeitamente a necessidade de mapear e acompanhar os riscos da cadeia de valor que é parte do seu negócio.

BCP and Supply Chain

Recentemente o amigo Augusto Paes de Barros comentou um post meu e orientou aos profissionais sobre a necessidade de abrir os olhos sobre os planos de continuidade de negócios dos datacenters. Queria ter escrito sobre isso antes, mas, só agora isso foi possível. A preocupação do Augusto é adequada e muito trabalhada em outros países como os Estados Unidos, que é o estudo do Supply Chain ou cadeia de valores.


Eu sou fã do Cobit, mesmo acompanhando os absurdos cometidos por gestores despreparados e que se deixam levar pelo buzzword do mercado. E um dos controles que eu acho bastante pertinente e adequado para BCM (Business Continuity Management) é o DS2 – Gerenciar Serviços de Terceiros.


O que diz o DS2 do Cobit 4.0?


DS2.1 Identificação de Todos os Relacionamentos com Fornecedores




  • Identificar todos os fornecedores de serviços e categorizá-los de acordo com o tipo de fornecedor, significância e criticidade;



  • Manter documentação formal dos relacionamentos técnicos e organizacional cobrindo os papéis e responsabilidades, objetivos, entregáveis esperados e credenciais dos representantes destes fornecedores.



DS2.2 Gestão de Relacionamento do Fornecedor




  • Formalizar o processo de gestão de fornecedores para cada fornecedor;



  • Um responsável deverá mediar as questões entre o cliente interno e o fornecedor e garantir a qualidade deste relacionamento baseado na confiança e transparência (isto é, por meio de SLA).


DS2.3 Gestão de Risco do Fornecedor




  • Identificar e mitigar os riscos relacionados � capacidade dos fornecedores continuarem a efetivamente entregar o serviço de forma segura e eficiente;



  • Garantir que os contratos cumpram padrões universais de negócio em acordo com requerimentos legais e regulatórios;



  • Gestão de risco devem considerar acordos de confidencialidade ou NDAs (non-disclosure agreements), contratos de consignação, viabilidade continuada do fornecedor;



  • Cumprimento com requerimentos de segurança, fornecedores alternativos, penalidades e recompensas, etc...


DS2.4 Monitoramento do Desempenho do Fornecedor




  • Estabelecer um processo para monitorar a entrega do serviço para garantir que o fornecedor está atingindo os requerimentos do negócio e está continuamente aderente ao acordo contratual e acordo de nível de serviço e que o desempenho está competitivo com os fornecedores alternativos e condições de marcado.




Esses objetivos de controle tratam perfeitamente a necessidade de mapear e acompanhar os riscos da cadeia de valor que é parte do seu negócio.

26 de janeiro de 2007

PHP Security

Fundado em Janeiro de 2005 o PHP Security Consortium trabalha atualmente em três projetos relacionados a segurança em PHP.

PHP Security Guide
Um manual de 37 páginas sobre configurações adequadas e boas práticas de desenvolvimento em PHP. Em alguns pontos ele complementa o OWASP, pois, trata de características bem específicas de PHP.

SecurityFocus Summaries
Uma lista de vulnerabilidades em ferramentas baseadas em php que é disponibilizada pela securityfocus.

PhpSecInfo
Na minha opinião o mais interessante deles. Nesse projeto eles desenvolvem uma aplicação web, semelhante ao phpinfo(), que mostra o nível de segurança do seu servidor web e indica referências para aumentar o nível de segurança.



PHP Security Consortium
PHP Security Guide
SecurityFocus Summaries
PHPSecInfo

PHP Security

Fundado em Janeiro de 2005 o PHP Security Consortium trabalha atualmente em três projetos relacionados a segurança em PHP.

PHP Security Guide
Um manual de 37 páginas sobre configurações adequadas e boas práticas de desenvolvimento em PHP. Em alguns pontos ele complementa o OWASP, pois, trata de características bem específicas de PHP.

SecurityFocus Summaries
Uma lista de vulnerabilidades em ferramentas baseadas em php que é disponibilizada pela securityfocus.

PhpSecInfo
Na minha opinião o mais interessante deles. Nesse projeto eles desenvolvem uma aplicação web, semelhante ao phpinfo(), que mostra o nível de segurança do seu servidor web e indica referências para aumentar o nível de segurança.


PHP Security Consortium
PHP Security Guide
SecurityFocus Summaries
PHPSecInfo

22 de janeiro de 2007

Crisis Communication

Os últimos incidentes em nosso país, como a queda do avião do 747-800 da gol; acidente na linha amarela do metro paulista; crise no sistema aéreo brasileiro e o mais recente acidente em fábrica de cimento mineira, onde o desabamento de um andaime deixou três mortos e até o momento a controladora da empresa não se pronunciou, nos levam a pensar em um problema sério em nossa cultura de gerenciamento de crises.

Não estamos preparados para a comunicação clara destes incidentes, e como sabemos, um plano de comunicação adequado é essencial para um gerenciamento de crise adequado. Os problemas de comunicação poderiam ser evitados se investíssemos em um plano de comunicação em situações de crise.

Segundo o glossário da Defesa Civil: crise é uma manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio. Momento perigoso e decisivo. Situação que implica a ruptura da normalidade ou do equilíbrio dinâmico de um sistema e favorece sua desorganização.

Um plano de comunicação de crises eficiente deve possuir no mínimo os seguintes itens:

  • Uma matriz de acionamento (call tree) com os principais contatos e ordem de acionamento;
  • Uma equipe treinada e capacitada para uma comunicação adequada da crise;
  • Definir os canais de comunicação para atingir cada público, considerando a comunicação interna e a externa;
  • Estabelecer um canal exclusivo com o gestor da crise;
  • Um número ou central de atendimento exclusivo para suporte a vítimas e envolvidos;
  • Um vocábulo comum entre a equipe de comunicação e de fácil entendimento ao público envolvido;
  • Um relacionamento adequado com autoridades externas como: bombeiros; hospitais; polícia; defesa civil e outros relacionados;

Além dos tópicos mencionados são imprescindíveis a clareza e transparência na comunicação, de nada adianta comunicar bem, se a mensagem não é verdadeira.

Como é possível ver pela internet, nossos incidentes estão servindo como base para estudos e estatísticas no mundo todo e nós, será que estamos aprendendo?

Crisis Communication Plan 1
Crisis Communication Plan 2
Glossário da Defesa Civil

Crisis Communication

Os últimos incidentes em nosso país, como a queda do avião do 747-800 da gol; acidente na linha amarela do metro paulista; crise no sistema aéreo brasileiro e o mais recente acidente em fábrica de cimento mineira, onde o desabamento de um andaime deixou três mortos e até o momento a controladora da empresa não se pronunciou, nos levam a pensar em um problema sério em nossa cultura de gerenciamento de crises.


Não estamos preparados para a comunicação clara destes incidentes, e como sabemos, um plano de comunicação adequado é essencial para um gerenciamento de crise adequado. Os problemas de comunicação poderiam ser evitados se investíssemos em um plano de comunicação em situações de crise.


Segundo o glossário da Defesa Civil: crise é uma manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio. Momento perigoso e decisivo. Situação que implica a ruptura da normalidade ou do equilíbrio dinâmico de um sistema e favorece sua desorganização.


Um plano de comunicação de crises eficiente deve possuir no mínimo os seguintes itens:




  • Uma matriz de acionamento (call tree) com os principais contatos e ordem de acionamento;



  • Uma equipe treinada e capacitada para uma comunicação adequada da crise;



  • Definir os canais de comunicação para atingir cada público, considerando a comunicação interna e a externa;



  • Estabelecer um canal exclusivo com o gestor da crise;



  • Um número ou central de atendimento exclusivo para suporte a vítimas e envolvidos;



  • Um vocábulo comum entre a equipe de comunicação e de fácil entendimento ao público envolvido;



  • Um relacionamento adequado com autoridades externas como: bombeiros; hospitais; polícia; defesa civil e outros relacionados;



Além dos tópicos mencionados são imprescindíveis a clareza e transparência na comunicação, de nada adianta comunicar bem, se a mensagem não é verdadeira.


Como é possível ver pela internet, nossos incidentes estão servindo como base para estudos e estatísticas no mundo todo e nós, será que estamos aprendendo?



Crisis Communication Plan 1
Crisis Communication Plan 2
Glossário da Defesa Civil

10 de janeiro de 2007

Disaster Recovery and Virtualization

Um dos assuntos que tem se falado muto sobre recuperação de desastres é a utilização de recursos de virtualização na estratégia de recuperação de desastres. Apesar de não ser um grande especialista em consolidação/virtualização de servidores, acredito que realmente seja uma solução bem interessante.

Uma solução de virtualização basicamente consiste em “emular” várias maquinas dentro de apenas um ambiente. Ou seja, com apenas uma infra-estrutura de hardware você pode rodar vários ambientes.



A confiabilidade e desempenho desses ambientes emulados estarão diretamente associados a sua infra-estrutura de hardware que suporta ambientes de virtualização como Vmware, Microsoft Virtual Server, Xen e outros. Ai que entra a aposta de alguns profissionais em ambientes virtualizados para solução de recuperação de desastres.



Começamos pelo simples:

Eu posso criar imagens de backup do meu ambiente e manter na mesma maquina, como estou trabalhando com apenas uma maquina é muito mais barato e simples montar um ambiente de alta-disponibilidade, implementando discos hot-swap, fontes e outros componentes redundantes. Caso aconteça problemas de software, eu rapidamente disponibilizo uma nova “imagem”.

Missão crítica:

A solução anterior estaria baseada em apenas uma maquina, caso o site sofresse um incidente que inviabilizasse a utilização do ambiente, tudo estaria comprometido.

Uma solução de missão crítica precisaria de algo mais complexo, como um server que controlasse dois ambientes virtualizados, um ambiente no site principal e outro em um site alternativo. Com uma solução dessa um ambiente estaria operando em um site alternativo rapidamente e sem muita dor de cabeça em um incidente que afetasse todo o site principal.

Essa solução também exige cuidados, principalmente com a maquina que controla os ambientes, mas, com certeza é muito mais simples e barato que uma solução de sincronização de dados, ou redundância de catálogos de backup. Para recuperar a maquina que controla os ambientes virtualizado, bastaria conectividade com os ambientes e qualquer hardware que suportasse a instalação do ambiente de controle, porque uma das características da virtualização é não depender da característica do hardware.

Algumas considerações:

Deve-se ter cuidado com a consolidação dos serviços, instalar vários ambiente em uma maquina pode indisponibilizar o serviço para vários clientes, isso pode ser catastrófico se o RTO (Recovery Time Objective – Tempo que o processo pode ficar indisponível sem afetar o negócio) do processo que esse ativo suporta for menor que o tempo necessário para recuperação desse ambiente.

Mesmo diminuindo muito o tempo de restauração com algumas soluções de virtualização, uma coisa é ficar indisponível um processo com um RTO de 6 horas, outra coisa é ficar indisponível um processo com RTO de 6, mais alguns com RTO de poucos minutos.

Outra coisa a se preocupar é a transferência de I/O, alguns especialistas afirmam que um ambiente virtualizado não se dá muito bem com sistemas que realizam muitos I/O, como banco de dados.

Além das características técnicas, eu ainda vejo outras características interessantes para recuperação de desastres:

Dependência muito menor de capacidade técnica dos analistas, sendo que, é relativamente mais simples restaurar uma maquina virtual, do que restaurar uma maquina inteira;

Necessidade muito menor de procedimentos de recuperação de desastres, poderíamos documentar o procedimento de restauração do ambiente virtualizado, ficando o procedimento de restauração total em segundo plano, não excluindo a necessidade de elaborar;

Testes funcionais, onde o ambiente é “desligado” no ambiente principal e “ligado” no ambiente alternativo são executados em menor tempo e com custo menor.

Consolidação de hardware

Uma tendência na consolidação de hardware são as Blades, maquinas onde você vai acrescentando lâminas que são servidores dentro de um chassi e consomem menos recursos e espaço. Segundo o IDC as maquinas Blades chegaram a 25% de participação no mercado até 2010.



Links Relacionados

Virtualização por wikipedia
Portal sobre virtualização
Vmware
Virtual Server
Xen

Disaster Recovery and Virtualization

Um dos assuntos que tem se falado muto sobre recuperação de desastres é a utilização de recursos de virtualização na estratégia de recuperação de desastres. Apesar de não ser um grande especialista em consolidação/virtualização de servidores, acredito que realmente seja uma solução bem interessante.

Uma solução de virtualização basicamente consiste em “emular” várias maquinas dentro de apenas um ambiente. Ou seja, com apenas uma infra-estrutura de hardware você pode rodar vários ambientes.



A confiabilidade e desempenho desses ambientes emulados estarão diretamente associados a sua infra-estrutura de hardware que suporta ambientes de virtualização como Vmware, Microsoft Virtual Server, Xen e outros. Ai que entra a aposta de alguns profissionais em ambientes virtualizados para solução de recuperação de desastres.



Começamos pelo simples:

Eu posso criar imagens de backup do meu ambiente e manter na mesma maquina, como estou trabalhando com apenas uma maquina é muito mais barato e simples montar um ambiente de alta-disponibilidade, implementando discos hot-swap, fontes e outros componentes redundantes. Caso aconteça problemas de software, eu rapidamente disponibilizo uma nova “imagem”.

Missão crítica:

A solução anterior estaria baseada em apenas uma maquina, caso o site sofresse um incidente que inviabilizasse a utilização do ambiente, tudo estaria comprometido.

Uma solução de missão crítica precisaria de algo mais complexo, como um server que controlasse dois ambientes virtualizados, um ambiente no site principal e outro em um site alternativo. Com uma solução dessa um ambiente estaria operando em um site alternativo rapidamente e sem muita dor de cabeça em um incidente que afetasse todo o site principal.

Essa solução também exige cuidados, principalmente com a maquina que controla os ambientes, mas, com certeza é muito mais simples e barato que uma solução de sincronização de dados, ou redundância de catálogos de backup. Para recuperar a maquina que controla os ambientes virtualizado, bastaria conectividade com os ambientes e qualquer hardware que suportasse a instalação do ambiente de controle, porque uma das características da virtualização é não depender da característica do hardware.

Algumas considerações:

Deve-se ter cuidado com a consolidação dos serviços, instalar vários ambiente em uma maquina pode indisponibilizar o serviço para vários clientes, isso pode ser catastrófico se o RTO (Recovery Time Objective – Tempo que o processo pode ficar indisponível sem afetar o negócio) do processo que esse ativo suporta for menor que o tempo necessário para recuperação desse ambiente.

Mesmo diminuindo muito o tempo de restauração com algumas soluções de virtualização, uma coisa é ficar indisponível um processo com um RTO de 6 horas, outra coisa é ficar indisponível um processo com RTO de 6, mais alguns com RTO de poucos minutos.

Outra coisa a se preocupar é a transferência de I/O, alguns especialistas afirmam que um ambiente virtualizado não se dá muito bem com sistemas que realizam muitos I/O, como banco de dados.

Além das características técnicas, eu ainda vejo outras características interessantes para recuperação de desastres:

Dependência muito menor de capacidade técnica dos analistas, sendo que, é relativamente mais simples restaurar uma maquina virtual, do que restaurar uma maquina inteira;

Necessidade muito menor de procedimentos de recuperação de desastres, poderíamos documentar o procedimento de restauração do ambiente virtualizado, ficando o procedimento de restauração total em segundo plano, não excluindo a necessidade de elaborar;

Testes funcionais, onde o ambiente é “desligado” no ambiente principal e “ligado” no ambiente alternativo são executados em menor tempo e com custo menor.

Consolidação de hardware

Uma tendência na consolidação de hardware são as Blades, maquinas onde você vai acrescentando lâminas que são servidores dentro de um chassi e consomem menos recursos e espaço. Segundo o IDC as maquinas Blades chegaram a 25% de participação no mercado até 2010.



Links Relacionados


Virtualização por wikipedia
Portal sobre virtualização
Vmware
Virtual Server
Xen

8 de janeiro de 2007

Security Developer

Um estudo do NIST (National Institute of Standarts Technology) aponta que 43% das vulnerabilidades em aplicações na WEB estão associadas ao PHP, O NIST atribui isso à utilização por profissionais amadores.

Eu classificaria como alienados, e não amadores. Porque alienados e não amadores? Porque muitos profissionais são profissionais de desenvolvimento e não dão a mínima para o resto.

Costumo dizer que para deixar um desenvolvedor feliz basta um acesso com perfil de administrador e um fone de ouvido para ele se isolar do mundo. Exatamente, se isolar, pois, muitos não sabem o funcionamento básico de um PC, muito menos conceitos de arquitetura e segurança.

A grande maioria dos desenvolvedores só se preocupam em codificar, criar código funcional e cumprir prazos. Basta pegar códigos em sites especializados como: www.phpclasses.org, www.planet-source-code.com entre outros, pode-se encontrar códigos fantásticos, mas, com erros básicos de segurança.

Tudo porque a maioria dos desenvolvedores ainda não se deu conta da necessidade de desenvolver código seguro ou não estamos conseguindo aplicar controles para mitigar isso.

7 de janeiro de 2007

Security Developer

Um estudo do NIST (National Institute of Standarts Technology) aponta que 43% das vulnerabilidades em aplicações na WEB estão associadas ao PHP, O NIST atribui isso à utilização por profissionais amadores.

Eu classificaria como alienados, e não amadores. Porque alienados e não amadores? Porque muitos profissionais são profissionais de desenvolvimento e não dão a mínima para o resto.

Costumo dizer que para deixar um desenvolvedor feliz basta um acesso com perfil de administrador e um fone de ouvido para ele se isolar do mundo. Exatamente, se isolar, pois, muitos não sabem o funcionamento básico de um PC, muito menos conceitos de arquitetura e segurança.

A grande maioria dos desenvolvedores só se preocupam em codificar, criar código funcional e cumprir prazos. Basta pegar códigos em sites especializados como: www.phpclasses.org, www.planet-source-code.com entre outros, pode-se encontrar códigos fantásticos, mas, com erros básicos de segurança.

Tudo porque a maioria dos desenvolvedores ainda não se deu conta da necessidade de desenvolver código seguro ou não estamos conseguindo aplicar controles para mitigar isso.