30 de novembro de 2008

Palestra - Tratando as vulnerabilidades do Top10 da OWASP

Nesta sexta-feira dia 28/11 eu palestrei na Php Conference! Obrigado pela presença de todos e estou disponibilizando os slides da palestra.

26 de novembro de 2008

Pen-test by Adobe or Office

Uma prática horrível invadiu o mercado de pen-test, se é que podemos chamar isso de prática. A técnica consiste no envio de arquivos do office ou arquivos pdf com algum tipo de backdoor. Utilizando pura e simplesmente de engenharia social a empresa contratada para testar os controles de segurança envia um arquivo malicioso que, pode ser um currículo em pdf para o RH. Naturalmente alguém irá abrir o arquivo, e após isso é "OWNADO" e o FUD começa, direito a filme e tudo.

Pergunta: que controle você testou com isso? Você apenas irá saber que precisa de uma campanha de conscientização, não terá nenhum tipo de validação dos controles de perímetro da sua rede.



Testes como esse podem ser usados para testar o nível de conscientização de seus usuários, mas nunca como ferramenta de avaliação de controles técnicos. E lamentavelmente muitos acham isso a última maravilha do mercado de segurança, pois, saibam todos que a técnica já não tinha nada complicado e agora ficou mais prático e banal com a implementação desta feature no metasploit 3.2. vejam os exemplos a seguir:

Criando um pdf com backdoor

Criando um arquivo do word com backdoor

Agora faça o seguinte, procure profissionais sérios e competentes para testar seus controles de segurança, não aceite qualquer coisa.

11 de novembro de 2008

Palestra H2HC 2008

Estou disponibilizando os slides da minha palestra na H2HC deste ano. No site do evento em breve estará disponível os slides de outros palestrantes.


Extreme Web Hacking - h2hc 2008
View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: h2hc)

1 de novembro de 2008

Hardening de sessão no PHP

Php é criticado, muitas vezes pwned, mas eu gosto. Acho uma linguagem que lhe dá muitas opções, tem uma grande comunidade, possui vasta documentação (ok, eu sei que a maioria das pessoas nem sabe que isso existe) e a maioria dos projetos open source tem algo em php. O meu envolvimento com php veio fuçando em projetos open source.

Lógicamente que devido a sua popularidade e a possibilidade de fazer qualquer coisa, o php acaba protagonizando coisas horríveis. Já ouviram a expressão: "Arma na mão de macaco"? Isso também acontece com php!

Bom, já dei muita desculpa, gosto de php e pronto!

Eu, tenho lidado com sistemas que possuem muitas falhas de segurança devido a problemas de gestão de sessão, por isso decidi escrever algo sobre as sessões do php.

Até um macaco autista consegue trabalhar com sessões no php, basta olhar o manual: Funções para sessão.

Mas como qualquer função ela merece alguns cuidados, um simples session_start e um session_unset não é suficiente caso você queira garantir a integridade dos dados da aplicação.

A primeira coisa que deve ser feita é realizar algumas configurações que irão aumentar a segurança da gestão de sessão do php. Os seguintes itens devem ser alterados no php.ini:

O nome da sessão

default: session.name = PHPSESSID
hardening: session.name = Uma string que você determinar

Path onde será armazenado a sessão no servidor
default: session.save_path = Diretório de armazenamento Temporário da Máquina(tmp)
hardening: session.save_path = Defina um diretório onde as configurações de permissão foram alteradas e somente o acesso pela aplicação é permitido.

Cookies mais seguros

Apesar da possibilidade de desenvolver algo "cookieless" é mais prático e eficaz fazer algumas configurações para aumentar a segurança dos cookies.

Uma boa prática é você não permitir que seja acessada por javascript o cookie de sessão, ataques de XSS podem ser evitados. Para isso determine que o cookie será acessado apenas por HTTP.
default: session.cookie_httponly = 0
hardening: session.cookie_httponly = 1

Se você possui o recurso de HTTPS, force o envio apenas por HTTPS.
default: session.cookie_secure = 0
hardening: session.cookie_secure = 1

A gestão de sessão usa algoritmos de hash para gerar os IDs de sessão. Por default o php usa o algoritmo md5 (128 bits), mas como já deve ser conhecimento de todos, ele já não é o mais confiável. Então altere o algoritmo de hash para SHA-1 (160 bits).
default: session.hash_fuction = 0
hardening: session.hash_fuction = 1

Com estas configurações você já vai ter mais segurança nas sessões do php, existe outras functions que podem ser alteradas, consulte o manual.

Você já garantiu um pouco mais de confiança as sessões, mas também é necessário cuidado ao manipular/usar os recursos de sessão. algumas dicas são:

  • Se possível determine o tempo que o cookie de sessão expira o mais baixo possível;

  • Use a seguinte sequência sempre que iniciar uma sessão:


session_destroy();
session_regenerate_id();
session_start();

Isso irá garantir que a sessão será destruída e um novo id será gerado sempre que você iniciar uma sessão.

Não seja um macaco com uma arma na mão, use os recursos da linguagem.

28 de outubro de 2008

Testes de Segurança de Software (Tech-Ed 2008)

A minha palestra sobre segurança em desenvolvimento no tech-ed me surpreendeu! Primeiro, pelo número de pessoas, mesmo acontecendo no mesmo horário que a do Steve Riley, a sala lotou. Segundo, pelo interesse dos participantes. Ano passado tinhamos 3 palestrantes falando sobre segurança em desenvolvimento e poucas pessoas participaram. Estou disponibilizando os slides da minha palestra!

27 de outubro de 2008

Uma captcha diferente

Não sou um grande fã das implementações de CAPTCHA (Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart). Geralmente elas são tão complexas quanto o acrônimo. São um terror para algumas pessoas. Acessibilidade é péssima!

Agora eu achei essa solução interessante, letras grandes e qualquer pessoa consegue facilmente "resolver", ainda temos o problema de acessibilidade com deficientes visuais que utilizam softwares para leitura, mas é mais interessante que as tradicionais. A solução chama-se grapcha e se baseia na biblioteca Graphviz. Você tem que começar a ler o desafio de start a stop. Dê uma olhada no gráfico gerado pela palavra Wagner.

Grapcha

26 de outubro de 2008

Clickjacking

Na última conferência AppSec promovida pela OWASP em New York, Jeremiah Grossman e Robert Hansen aka RSnake, sacudiram a conferência após o cancelamento da apresentação onde eles iriam mostrar uma prova de conceito de uma vulnerabilidade que ficou conhecida como Clickjacking (sequestro de clique).

Basicamente a vulnerabilidade possibilita que alguém mal intencionado inclua um botão falso, que leva o usuário a clicar em um link que ele acha ser confiável, mas está sendo manipulado. Eles disponibilizaram um vídeo onde é possível visualizar o PoC. Prestem atenção no ponteiro do mouse!


Clickjacking Camjack Demonstration from Jeremiah Grossman on Vimeo.
Segundo os pesquisadores, é possível explorar a falha por características dos browser e do flash player. Uma solução alternativa para o problema é utilizar o plugin No-Script.

24 de outubro de 2008

Wordpress é exemplo

Mais uma vez o wordpress dá um exemplo de projeto confiável. Sempre que alguma vulnerabilidade em alguma função ou biblioteca que ele utiliza é descoberta, rapidamente o projeto solta uma atualização.

O motivo da versão 2.6.3 do wordpress foi uma falha crítica no snoopy, biblioteca que o wordpress utiliza para mostrar as últimas referências no dashboard. Detalhe, a versão do wordpress foi lançada poucas horas após a publicação da falha no snoopy.

Projetos open source, aprendam com o wordpress! Think Security First!

22 de outubro de 2008

Palestra - Segurança em Desenvolvimento de Software

Ontem eu tive a oportunidade de realizar uma palestra no forum de tecnologia promovido pela UNIFRAN (Universidade de Franca). Gostaria de agradecer a todos os organizadores e presentes. Disponibilizei a palestra para acesso via slideshare.

Um pouco sobre o ratproxy

O ratproxy é aquela ferramenta que a Google disponibilizou e com isso conseguiu o hype de sempre. Eu queria escrever algo sobre o código fonte, como funciona as análises que a ferramenta faz, mas como não vi nada se quer sobre a compilação e utilização, decidi fazer um tutorial de compilação e utilização.

O cygwin

Eu uso no meu dia a dia uma máquina com sistema operacional windows, apesar de ter uma distro linux (andlinux) também rodando na máquina. Mas quem não está disposto a fazer grandes alterações eu recomendo o cygwin. Com ele eu tenho as principais ferramentas do linux direto no prompt do windows.

Vamos usar os recursos do cygwin para usar o ratproxy. A instalação é bem simples, apenas tenha certeza de instalar os pacotes necessários. Para compilar e usar o ratproxy é necessário os seguintes pacotes:

1 - make (localizado na biblioteca Devel)
2 - gcc-core (localizado na biblioteca Devel)
3 - openssl-dev (localizado na biblioteca Devel)
4 - openssl - The Open SSL runtime enviroment (localizado na biblioteca Libs)


Estes pacotes são suficientes para compilar e executar o ratproxy. Além destes pacotes é necessário baixar e substituir o flare que vem com o ratproxy por este compilado pra windows. O flare é uma solução usada pelo ratproxy para análise de arquivos swf (flash). Basicamente ele transforma o swf em um arquivo texto que pode ser analisado pelo ratproxy.

Compilando o ratproxy

Feito as instalações dos pacotes necessários vamos alterar o arquivo makefile e compilar o ratproxy. O makefile é apenas um arquivo que contém todos os critérios para que a compilação seja simplificada, basta rodar um make no diretório.

O makefile ficará com as seguintes configurações:

    PROGNAME = ratproxy
    CFLAGS     = -Wall -O3 -D_GNU_SOURCE
    LDFLAGS  = -lcrypto -lssl

Agora para compilar apenas navegue até o diretório onde o fonte do ratproxy se encontra e dê o seguinte comando: make

Com isso "automagicamente" irá aparecer um arquivo ratproxy.exe no diretório. Agora é só utilizar.


Utilizando o ratproxy


syntax de comando:

Usage: ratproxy [ -w logfile ] [ -v logdir ] [ -p port ] [ -d domain ] [ -P host:port ] [ -xtifkgmjscael2XCr ]
   -w logfile - write results to a specified file (default: stdout)
   -v logdir - write HTTP traces to a specified directory (default: none)
   -p port - listen on a custom TCP port (default: 8080)
   -d domain - analyze requests to specified domains only (default: all)
   -P host:port - use upstream proxy for all requests (format host:port)
   -r - accept remote connections (default: 127.0.0.1 only)
   -l - use response length, not checksum, for identity check
   -2 - perform two, not one, page identity check
   -e - perform pedantic caching headers checks
   -x - log all XSS candidates
   -t - log all directory traversal candidates
   -i - log all PNG files served inline
   -f - log all Flash applications for analysis (add -v to decompile)
   -s - log all POST requests for analysis
   -c - log all cookie setting URLs for analysis
   -g - perform XSRF token checks on all GET requests
   -j - report on risky Javascript constructions
   -m - log all active content referenced across domains
   -X - disruptively validate XSRF, XSS protections
   -C - try to auto-correct persistent side effects of -X
   -k - flag HTTP requests as bad (for HTTPS-only applications)
   -a - indiscriminately report all visited URLs
  
Rodando o proxy:

O ratproxy funciona como um proxy, assim enquanto você navegua na aplicação ele vai fazendo a análise das requisições.

Para iniciar o ratproxy digite uma das 3 opções sugeridas no prompt de comando. Váriações podem ser usadas de acordo com a syntax

  1) Low verbosity
 
  -v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -lfscm
 
  2) High verbosity

  -v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -lextifscgjm
 
  3) Active testing
 
  -v c:\cygwin\bin\ratproxy -w ratproxy.log -d siteasertestado.com -XClfscm
 
Configurando o browser e utilizando a ferramenta

O ratproxy usa a porta 8080 como default. Então configure o browser para usar um proxy no localhost porta 8080.

Agora vá até o browser e navegue por todas as páginas que você deseja analisar. Enquanto você navega o ratproxy está analisando e armazenando no arquivo de log definido na opção anterior.

Analisando os resultados


Após a navegação feche o prompt que iniciou o ratproxy. O log de análise está no diretório determinado no comando de execução.

Para gerar um relatório mais amigável o google disponibilizou um script para gerar um relatório em html.

No prompt de comando execute o seguinte comando: sh ratproxy-report.sh ratproxy.log > report.html

Pronto, você já tem uma boa ferramenta de análise de aplicações web a sua disposição!

17 de outubro de 2008

You Shot The Sheriff 2.0

O ano passado eu tive o privilégio de ser um dos convidados da primeira versão de um evento bastante interessante e totalmente diferente dos eventos convencionais. O evento irá mais uma vez contar com palestrantes de renome nacional e internacional tratando de temas técnicos e gerencias de segurança da informação.



A Conviso será uns dos patrocinadores do evento e conta com a presença de vocês. Mais informações no site do evento.

7 de outubro de 2008

O Processo de SDL da Microsoft e aplicações WEB

Quem estuda o processo de SDL (Security Development Lifecycle) da Microsoft, logo percebe que ele se refere muito ao modelo de desenvolvimento client-server e explora o tratamento de vulnerabilidades como Buffer Overflow (ou Buffer Overrun na Microsoft). Muitos se perguntam, e o desenvolvimento de aplicações WEB?

Sim, a Microsoft também trata a segurança de aplicações WEB no seu SDL! Este artigo trás alguns detalhes sobre.

6 de outubro de 2008

OWASP e eventos

Querido Diário. Brincadeiras a parte, prometo que este será o último post sobre eventos e agenda.

No dia 21 de Outubro as 21hrs. eu estarei dando uma palestra sobre segurança em desenvolvimento de software na UNIFRAN (Universidade de Franca). Já em Novembro, eu, Eduardo Neves e Leonardo Cavallari vamos para o OWASP EU Summit 2008 em Portugal. Além de nós que vamos como líderes de projetos e participando da organização, o meu amigo Lucas Ferreira vai apresentar um curso de técnicas de segurança em desenvolvimento de sistemas java. O treinamento é uma versão enxuta do treinamento que o Lucas vai ministrar junto com a Conviso em São Paulo e Brasília.

3 de outubro de 2008

Técnicas de Segurança no Desenvolvimento de Sistemas em Java

A Conviso IT Security oferece o curso:


Técnicas de Segurança no Desenvolvimento de Sistemas em Java



São Paulo: 10 e 11 de novembro
Brasília: 13 e 14 de novembro

Instrutor: Lucas de Carvalho Ferreira


Profissional com mais de 10 anos de experiência em segurança da informação, tendo atuado em grandes instituições públicas e privadas. Possui ampla formação acadêmica, com mestrado em Segurança da Informação pela Universidade de Campinas (Unicamp) e artigos publicados no Brasil e no exterior.


Mais informações no site da Conviso web site

2 de outubro de 2008

Palestra no tech-ed 2008

O evento acontece durante os dias 14 a 16 de Outubro e irei ministrar a palestra: "Como fazer revisão e testes de código para identificar problemas (bugs) de segurança". Irei abordar técnicas e farei demonstraçòes de ferramentas que podem auxiliar no processo de testes de segurança em software.

Outras palestras de segurança

  • Introdução ao Microsoft Forefront Code Name "Stirling" - Nível 300

  • TMG (Threat Management Gateway), o próximo Firewall Microsoft: Visão Técnica - Nível 300

  • Como fazer revisão e testes de código para identificar problemas (bugs) de segurança - Nível 300

  • Introdução ao Forefront Client Security 2.0 - Nível 300

  • O que é o IAG 2007 e Como Ele Protege Meu Ambiente - Nível 300

  • Windows Server 2008 - Por que é Realmente Seguro (Análise Técnica) - Nível 200

  • Defesa em Profundidade ? O NAP (Network Access Protection) Pode Ajudar ! - Nível 300

  • [Sessão de Almoço] Implementação de Extranets Seguras com o Microsoft Forefront Security for Sharepoint - Nível 300

  • 10 Passos para Manter-se Protegido ou.... Seja D0min@d0! - Nível 200

  • Privacidade: Onde, Como e Por quê! - Nível 300

  • Estamos no Século 21: É Hora de Jogar Fora seus Gateways Medievais! - Nível 300


Sobre o tech-ed 2008

Tech-ed é uma conferência organizada pela Microsoft, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre tecnologia e os produtos da Microsoft entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. Umas das principais atrações é a presença de Steve Balmer, o site do evento pode ser acessado em http://www.teched.com.br.

30 de setembro de 2008

Nova onda de browsers e as máquinas virtuais

Com o lançamento do Chrome e das novas versões do Firefox e Internet Explorer, um assunto que foi bastante discutido foi a performance das engines de processamento/interpretação de javascript.

Os interpretadores mudaram muito e dentre as principais mudanças está a transformação de javascript direto para linguagem de máquina. Este post do Rodrigo Kumpera mostra uma outra característica, agora os interpretadores são baseados em registradores e não em pilha como as máquinas virtuais tradicionais.

Segundo o post, apesar do interpretador exigir um espaço maior em memória, ele leva vantagem sobre as máquinas virtuais baseadas em pilha. O post é bastante interessante, recomendo a leitura.

11 de setembro de 2008

Gerador de números aleatórios

Algum tempo atrás o Stefan Esser divulgou uma falha na implementação das funções que geram números aleatórios em php (rand e mt_rand). O problema está na implementação da biblioteca. Basicamente o problema é a fraqueza na "semente" que gera o número aleatório.

A questão é, quantos projetos em php usam estas funções no processo de gerar senhas, cookies, passphrase, entre outras caracteristicas de segurança? Muitos! O bom exemplo veio mais uma vez do wordpress.

Ele acaba de lançar a versão 2.6.2 que substitui a utilização do m_rand por uma função desenvolvida por eles. Confira o trac!

Eles não só tratam essa questão como outra também descrita pelo Stefan (MySQL and SQL Columm Truncation). No trac você pode ver as alterações e o motivador (um exploit divulgado no milw0rm).

28 de agosto de 2008

Palestra na H2HC

A palestra irá abordar técnicas de exploração em Aplicações Web, onde serão apresentados testes que vão além de vulnerabilidades como SQL Injection e XSS (Cross Site Scripting), e englobam recursos como AJAX (Asynchronous Javascript And XML), JSON (JavaScript Object Notation) e XML-RPC (XML Remote Procedure Calling).

Sobre o H2HC 2008
Hackers To Hackers Conference (H2HC) é uma conferência organizada por pessoas que trabalham ou que estão diretamente envolvidas com pesquisas e desenvolvimento na área de segurança da informação, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre segurança da informação entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. O site do evento pode ser acessado em http://www.h2hc.org.br.

26 de agosto de 2008

Segurança em JAVA

O meu amigo Lucas Ferreira disponibilizou um portal onde ele descreve técnicas/recursos de segurança em ambiente JAVA. Estudo altamente recomendado.

Os seguintes tópicos são abordados:

  • Validar os dados de entrada

  • Proteger a aplicação web contra cross site scripting

  • Evitar "command injection"

  • Tratar corretamente todos os erros da aplicação

  • Validar a origem das requisições

  • Usar objetos imutáveis

  • Limitar o acesso às variáveis, classes e métodos

  • Tornar todos os métodos e classes “final”

  • Não usar o escopo de pacote para proteger a classe contra acessos indesejados

  • Impedir a clonagem dos objetos

  • Usar classes não serializáveis

  • Usar classes não desserializáveis

  • Não armazenar informações confidenciais no código do programa

  • Não comparar classes por nome

  • Não usar classes internas (“inner class”)

  • Usar os mecanismos de autenticação dos contêineres J2EE

  • Usar sockets com criptografia SSL

  • Proteger os arquivos criados

  • Especificar o diretório onde serão criados os arquivos temporários

  • Verificar condições de “overflow”, “underflow” e conversões de tipos numéricos

  • Declarar as variáveis estáticas públicas como “final”

  • Não armazenar vetores recebidos como parâmetros

  • Apagar dados críticos da memória

  • Controle de acesso em aplicações web

  • Usar os mecanismos de tratamento de exceções

  • Verificar métodos nativos (“native methods”)

  • Validar unboxing para tipos primitivos

25 de agosto de 2008

Modelagem de Ameaças e Star Wars

Brian Williams fez uma apresentação sobre Modelagem de ameaças fazendo uma referência a Star Wars. Não sou nenhum fan-boy de Star Wars, mas a apresentação ficou muito boa.

Parte 1



Parte 2



Parte 3



Fonte: Dana Epp's